Becoming Jane.
Não tem jeito, eu sou ainda muito mulherzinha e, pior, ainda adolescente romântica.
Me consola saber que não sou a única mas não o fato de eu às vezes parar aí.
Eu adoro, adoro, adoro a Jane Austen. Confesso que cheguei a ela através da Meg Ryan, cujo personagem uma vez disse que Orgulho e Preconceito era o livro favorito dela. Desde então já li a minha cota, nada desprezível.
Ontem assisti a um filme sobre ela. Claro que muito romantizado, focado exclusivamente na sua vida amorosa, mas sei lá. Deu aquela tristeza, de perceber como não temos mesmo controle sobre a vida, e querer que as coisas sejam diferentes não as torna diferentes. E se o que nos acontece é sempre melhor, se escolhermos ver a vida assim, não dá pra imaginar o que seria a vida dela se as coisas tivessem dado certo. Talvez ela fosse uma mulher, mulherzinha?, mais feliz, e talvez não nos tivesse apresentado a Lizzie. E se, afinal, tiver dado tudo certo?
Isso de escolher caminhos é complicado.
Eu por enquanto tento ser escolhida por um teto e não por um pilantra, pra depois escolher o que fazer.
Aliás, acho que eu ainda não registrei aqui: vou viajar. Agora, agorinha. Um tanto inesperadamente, muito por uma vontade ferrenha e meio maluca.
Não sei por que caminhos eu vou, sei que vou. Dois de novembro.
Quando chegarem encruzilhadas, talvez eu escolha, talvez jogue uma moeda. Até lá, avante.
Eu vou ver um horizonte distante.
UPDATE: até agora, Pilantra 1 x 0 Teto.
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