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quinta-feira, 17 de julho de 2008

You can't always get what you want

Daí que eu agora viciei no House.
Esses dias, vendo junto do meu pai, ele vira e diz: "esse cara parece o Raimundo Alves". Meu avô. Engraçado que parece, mesmo, alguma coisa no queixo e nos olhos.
O House é muito mau. Pode até ser muitas outras coisas além disso, mas ele também é muito mau.
Eu, como todo hipocondríaco, nunca que devia ver essas séries médicas, porque claro que a gente fica maluco e pensa que qualquer coisa é uma doença muito séria não diagnosticada corretamente que vai nos matar. Há umas três ou quatro semanas, eu tava com uma gripe feia e, depois que ela passou, fiquei um dia inteiro com o rosto vazando do lado direito. Sabem como é? Nariz escorrendo e olho lacrimejando nonstop. Eu tinha consulta marcada com o oftalmologista dali a dois dias e resolvi não entrar em pânico - disse o médico que isso era uma conjuntivite - mas eu tenho que confessar que achei que aquilo era líquido espinhal saindo pelo nariz (tipo um... líquido... que fica... na espinha... ou no cérebro... e que com certeza tem algum nome diferente desse, que foi o que eu guardei de algum episódio de GA) e que, enfim, eu ia morrer.
Mas a sorte do ser hipocondríaca é que eu sei que sou, portanto, sabendo da minha tendência ao drama, tenho algum controle sobre minhas reações.
Tudo isso pra dizer que eu viciei no House e que ele gosta muito dessa música.
E que, pensando bem, ela até que faz sentido. Principalmente na conclusão.

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