Sempre que eu penso em procrastinação, lembro do Filipe, da Mafalda, não fazendo o dever de casa.
Coisa de que aliás eu confesso sentir falta. Isso de chegar em casa e fazer uma lição. Principalmente dos problemas de matemática. Sim, eu tenho um quê de maluca.
Mas também tem o outro lado - da procrastinação, não meu, que tenho mais de dois - que é o enrolar para fazer uma coisa que na verdade te dá algum prazer. O melhor da festa ser esperar por ela.
Não morro de preguiça ou angústia ao pensar em terminar arrumação aqui, mas fico enrolando, pra prolongar a curtição.
No meio tempo, ouvi a Sonata ao Luar - será esse o nome? - do Beethoven (eu acho). Eu normalmente detesto abrir um site qualquer e ser invadida pro uma música qualquer, que significa algo para a pessoa que a colocou ali, mas a mim serve de poluição sonora. Mas essa caiu tão tão bem, o piano, me lembrando de quando eu sonhava em tocar, e fica ouvindo essa música sem parar.
Fato que eu gosto de música erudita, clássica, ou seja lá o nome que tiver, e agora o Neschling foi demitido.
Mas eu vou então.
Cossaco fora.
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