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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Ela tem pra vender

Tava eu aqui pensando em cavaquinho e entrou no meu mundo uma sanfona com violino.
Nesse mundo tão silêncio ou barulho, em que tudo parece passar tão batido, senti aqui um comichão, outra vontade, de saia rodada e sapatilha, de dançar nas pontas dos pés e, como dizia Gonzaga, cochilar.
Aproveito, então, um momento de palavras para dar boas-vindas.
Fumo de rolo, arreio e cangalha. Bolo de milho, broa e cocada. Pé-de-moleque, alecrim, canela. Cabresto de cavalo e rabichola. Farinha, rapadura e graviola. Pavio de candeeiro, panela de barro.
Bem-vinda, ó da Feira de Mangaio.
Eu compro e recomendo.
Bora uma hora dessas arrastar um pé?

Um comentário:

Anônimo disse...

;) Menina, esses últimos dias foram inspirados e belamente registrados, hein? Adorei tudo e aceito um rastapé arretado, vi? Não mais comento por ora pq quando fico afônica eu perco a escrita, rsrs.
Xerim.
A dona da banca na feira de mangaio.