Já assisti Closer tantas vezes que não posso contar.
Essa semana assisti a metade d'O último dos moicanos, que foi também repetido milhares de vezes, há uns quinze anos. Ele e o Robin Hood com o Kevin Costner. Sabia de cor, quase, o Robin. E via dublado, ainda, mas essas coisas meio pré-adolescentes, né. Vi lá uns pedaços do moicano e fiquei um tanto decepcionada, apesar de a trilha sonora ainda parecer maravilhosa.
Mas Closer não foi dessas paixões. Se forçar a memória, começo a achar que vi pela primeira vez no cinema, com uma amiga que odiou. Depois vi de bode, com a companhia de uma grande amiga e um sorvete. E depois não lembro mais. Acho que nunca mais vi por querer, mais por estar passando e eu dizer "ah, vou ver só aquela cena" e pronto, chegam os letreiros.
Peguei agora do meio e parei. DDA e tudo o mais.
O pior é que eu não entendo lhufas do filme. Quem mente pra quem, quem ama quem, quem tá só de sacanagem. Entro numas de Bentinho, no Dom Casmurro, que eu sei que é furada, mas, sem entender, fico que nem criança olhando fixamente tentando desvendar o mistério.
Acho que é porque eu não sou adulta. Não conheço o jogo e, assim, não consigo entrar na brincadeira.
Mas gosto de ver, sei lá por quê. Isso de desafiar a arrogância e me colocar no meu lugar, de bico caladinho.
Mas tão legal,
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