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domingo, 30 de maio de 2010

Sem fim!

Maio meio que já era e eu tô que nem esses seres mitólogicos, que você corta uma cabeça e aparecem duas. Quer dizer, minha cabeça ninguém cortou, mas a cada item que eu acho que risquei da minha listinha aparecem mais uns cinco, ainda pra fazer. Ou de repente eu que estou ansiosa por fins e fico delirando achando que os vejo, quando na verdade isso de fim não existe, né? É, essa explicação é mais do meu agrado, não por ser em si agradável, mas por parecer mais coerente.
A gente nunca sabe mesmo o que vem depois porque, diferente de filme, nossas histórias não acabam com o rolar de créditos. Ou acabam, mas aí é uma vez só e eu espero que demore um tanto, ainda.
Mas essa história eu sei que não acaba, porque já começa de novo, então paciência é, como sempre, a solução universal. E seguir tentando cortando as cabeças, que senão elas vêm e me comem.
Enquanto isso eu brinco de fim-de-semana, pra amanhã brincar de segunda-feira.
E isso de dormir no escuro e acordar no claro é esquisito à beça, mas dizem que nosso corpo foi feito pra funcionar assim.
Feito por quem, né?, mas enfim.
Bora lá que é capaz de chover.

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